
terça-feira, 19 de maio de 2009

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Para reflexão...
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser FELIZ! Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite...
MORAL DA HISTÓRIA:
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?' Outro pensamento parecido, diz o seguinte: 'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam. Passe este e-mail aos seus amigos, para ver se o mundo melhora... Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?
domingo, 22 de março de 2009

“De onde se originou propriamente o nome Brasil, prosseguem até hoje os historiadores em infindáveis controvérsias, sendo que, agora, já pé possível dar uma explicação a respeito. Um belo dia aportou nas costas do norte do Brasil algumas embarcações. Dentre os passageiros desses navios havia um grupo de mercadores que vieram em busca da nova colônia de Portugal, a fim de realizar transações lucrativas com os indígenas. Logo depois de sua chegada aqui, os tais mercadores entraram em contato com a pequena tribo dos tapicaris. Como estes indígenas até ali não conheciam qualquer espécie de forasteiros, nem tinham sofrido da parte deles quaisquer maus tratos, receberam os desconhecidos sob mostras de amizade, como hóspedes bem vindos. Os mercadores, por sua vez, que eram em sua maioria homens bem-intencionados, alegraram-se com o bom acolhimento que lhes era dispensado, permanecendo durante várias semanas na aldeia dos índios. Nesse maio tempo tiveram oportunidade de partilhar de várias festividades peculiares da tribo, inclusive da que era dedicada aos seres ou gênios da floresta. Essa festividade revestia-se de uma importância toda especial para os índios, uma vez que entre eles as selvas eram tidas no mais alto apreço. Foi precisamente durante uma dessas festas que os mercadores, pela primeira vez, ouviram falar na história e na canção do gênio da floresta Mbrasil. Sete das mais lindas virgens dos tapicaris dançavam com passos rítmicos, cantando a canção de Mbrasil, que fez seu sangue correr pelas ibirapitangas. Repetidas vezes entoavam as virgens o nome do grande gênio das selvas, cuja morada era dentro da própria árvore. Depois de um grupo de velhas Ter colocado em cima de um tronco uma espécie de porongo cheio de certo líquido, sete homens ricamente adornados de penas multicolores se aproximavam, empunhando cada qual uma longa lança de madeira. Era chegada, então, a vez dos homens principiarem, por sua vez, uma espécie de dança em torno do tronco, mergulhando a ponta de suas lanças no referido líquido, à medida que a dança se desenvolvia. Então as pontas das lanças, embebidas no líquido, reluziam com um colorido vermelho vivo, que é próprio da árvore ibirapitanga.
Sempre de novo recomeçavam as danças com incessantes e novas melodias. Sem esmorecer, as sete virgens intercalavam seu cântico de louvor nos sucessivos e rápidos intervalos, entoando um veemente estribilho: " Mbrasil, Mbrasil, teu sangue corre pelas árvores do ibirapitanga..." Aqui e acolá os mercadores procuravam dançar em torno delas, cantando, e se algum deles tentava, porventura, reter uma delas pelo braço, elas redobravam na invocação do nome Mbrasil, e se esgueiravam, rindo e rindo, dando continuidade a dança. As festividades duravam habitualmente de um por do sol até o raiar do dia seguinte. Ao despontar a aurora, porém, homens e mulheres conjuntamente erguiam um cântico de gratidão em honra ao senhor do sol, que lhes propiciava calor e vida.
Os portugueses, sempre de novo, admiravam-se da disciplina e da ordem que, sob todos os pontos de vista, reinavam entre "os selvagens", achando a expressão “selvagem” absolutamente descabida com relação a essa gente. Foi, contudo, nessa festividade indígena, que os mercadores ouviram, pela primeira vez, menção do nome Mbrasil. E foi, também, depois dessa festividade, que ficaram conhecendo a árvore de cerne vermelho, que produz uma tinta característica de colorido vermelho vivo. Essa árvore é a ibirapitanga, sangue de Mbrasil, gênio da floresta. Ora, como o nome Mbrasil era sempre mencionado em conexão com a madeira de cor vermelha e o seu extrato, da mesma cor, ficaram os mercadores com a idéia de que esse era o nome da madeira, não só da madeira como o nome das próprias virgens tapicaris, uma vez que as dançarinas, na dança ritual, batiam no peito e sorridentes proferiam o nome do gênio da floresta. Com isso queriam dizer que nesse ano elas eram as virgens de honra desse gênio da floresta.
Mbrasil, Brasil! Esse nome ficou de tal maneira entranhado na mente dos mercadores, que eles, levando haveres de toda espécie, retornando às suas embarcações, de outra coisa não falavam senão dos Brasis. Chegando a Portugal, toda a vez que lhes tocava falar da nova colônia, era à terra dos Brasis, a que se referiam. Como tivessem trazido consigo grande quantidade de tal madeira, e essa tivesse ficado conhecida no comércio com o nome de "Brasil", essa designação se alastrou rapidamente, tornando-se mais conhecida em Portugal do que o próprio nome Vera Cruz. Para a interpretação dos indígenas, um dos gênios das selvas era Mbrasil, porém no sentido da Luz, o conjunto das duas sílabas Brasil significa: terra virgem, país indevassado."
Era realmente uma terra virgem, indevassada. Porém, com o crescimento desse lindo país, infelizmente, veio à violência, as drogas, mas não são elas que fazem maiores males ao nosso país, mas sim a corrupção de toda ordem instalada principalmente nos altos escalões do nosso governo, seja no Executivo, seja no Legislativo, mas pior ainda instalada no Judiciário, poder esse que deveria ser o primeiro a dar bom exemplo.
A corrupção é um mau terrível, uma vez que é ela que gera outros tantos males, como a violência, o tráfico de drogas etc. Conseguimos ver durante esse últimos anos vários “Marcos Valérios”, que simplesmente detonam e denigrem o nosso país e se enriquecem a nossas custas. São homens assim que geram nos brasileiros que se submetem a respeitar as leis a revolta. Aí muito se perguntam: Se eles desfalcam milhões dos cofres públicos, milhões esses que são gerados com o pagamento de impostos por nós que somos contribuintes honestos, porque não podemos também furtar um pouco. Funcionários do Tribunal de Contas ganham desonestamente salários que são até maiores do que o salário, pelo menos no papel, do que o do Presidente da República e mais absurdo é que recebem auxílio moradia no valor de mais ou menos R$ 2.500,00 reais, sem mudar de local. Ajuda essa que muitos e muitos brasileiros não tem como salário mensal, por trabalho honesto. E olha que tem imposto de tudo quando é jeito, de tudo quanto é nome. Se não me engano é o país que tem mais impostos.
E o pensamento continua... O trabalho honesto não nos leva a lugar algum, pois estamos sempre pagando impostos, dívidas e mais dívidas, precisando adquirir os poucos bens que temos a prestação, pagando juros absurdos enquanto eles levam milhões, milhões que são nossos e ninguém vai parar na cadeia e se vai fica pouco tempo e ainda com total liberdade e mordomias.
A violência é gerada pela corrupção incrustada nesse belo país chamado Brasil, violência pela insatisfação, pela revolta, pela má distribuição de renda. Corrupção que uns ganham demais e outros passam fome. Corrupção que levanta palácios, enquanto muitos brasileiros dormem debaixo das pontes e viadutos espalhados pelas nossas capitais. Corrupção que faz o sistema de saúde nunca ter dinheiro e muitos morrem nos corredores dos hospitais a espera de atendimento médico. Corrupção que tira grande parte da verba que seria para educar dignamente os brasileiros e pagar de forma correta os professores, que sobrevivem com um salário ínfimo. Por causa de salários tão baixos muitos não estão tão bem preparados para lecionarem. Vejam que os absurdos são tantos, que até livro de geografia distribuído nas escolas públicas de São Paulo saem com erros absurdos, colocando o Paraguai duas vezes no mapa da América do Sul etc. E a prefeitura diz que não irá recolher e assim os brasileiros continuaram a aprender de forma errada tantas e tantas coisas.
Eu pergunto: Até quando nós brasileiros iremos aceitar todas essas coisas, até quanto iremos engolir tanta sorte de incompetentes homens que entram para a política não por amor a esta bela ciência, mas simplesmente por sentirem que o lugar é uma mina de dinheiro e ainda tem a vantagem da lei assegurar a deputados, senadores, governadores e presidente mil e uma vantagens, por causa dos cargos.
Até quando iremos nós brasileiros suportar tudo isso? Suportar aumentos na gasolina, sendo que hoje somos autosuficientes em petróleo? Suportar aumentos nos impostos e, diga-se de passagem, são impostos que não acabam mais? Suportar ganharmos tão pouco, enquanto muitos que deveriam dar o exemplo furtam milhões e não vão parar na cadeia e lá ficarem mofando? Suportar que alguém que furta um pacote de manteiga ou uma maça e depois ver esse alguém condenado e preso e aqueles quer dão rombos homéricos nos cofres públicos continuam livres, vivendo em seus palácios, passeando em seus carros de luxo com motoristas, desfrutando de praias particulares e belos iates, com forte esquema de segurança?
ATÉ QUANDO IREMOS SUPORTAR? ACORDA BRASIL, POIS SOMOS RICOS PELA PRÓPRIA NATUREZA, MAS SOMENTE OS CORRUPTOS DESFRUTAM.
O QUE É PIOR A VIOLÊNCIA OU CORRUPÇÃO.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Por que destruir?Eu hoje assisti ao um filme e ele me inspirou a escrever essas linhas. O filme chama-se o Guerreiro da Paz (título em português).
O homem sendo o animal mais “inteligente” sobre a fase da terra acaba invariavelmente se complicando cada dia que passa. Procurar de todas as maneiras destruir o presente dado por Deus a ele, ou seja, a natureza. São tantas as barbaridades que esse ser “supremo” faz que é digno de pena. Destrói as matas, mata se peso na consciência os animais, polui o ar e rios. E não de se espantar que lhe falta a consciência com essas atitudes, pois não tem, uma vez que o único animal que mata o seu semelhante pelo simples prazer de matar, que diria então a natureza em que vive.
No entanto, o que ele não percebe é que aos poucos está matando a sim mesmo. A própria natureza tem respondido de maneira severa as atrocidades que fazem, pois ela não esqueça e sua força é muito maior que a homo sapiens.
Se eu fosse relacionar tudo que o homem faz de mal contra a natureza, provavelmente não terminaria de escrever. Coloca em extinção raças inteiras de animais e plantas, que muitas vezes por destruir a terra, não tem mais forças para se reproduzir. A falta de água potável é algo gravíssimo e em breve isso irá acontecer se nós não voltarmos a ter consciência de que estamos acabando cada dia um pouco mais com nossa casa, estamos nos destruindo cada dia, um pouco mais. Ele colocará a sua própria raça em extinção, aliás, isso está acontecendo lentamente.
Pergunto qual seria o motivo disso tudo?
A resposta é muito fácil, faz tudo isso por ganância pura e simples. Matar um boi para comer é bastante compreensível, matar um animal pela pele para se aquecer no inverno, ainda é compreensível, mas matar um animal para lucrar dinheiro com essa pele, isso chega às raias do absurdo.
Quando será que o homem irá olhar primeiramente para o Criador, no sentido de agradecer?
Quando será que o homem irá olhar para seu semelhante e abraçá-lo ao invés de matá-lo?
Quando será que o ser humano irá cuidar da sua casa, da natureza e preservá-la ao invés de destruí-la?
Quando será que o homem irá recobra a consciência perdida há tempos?
Quando será que o ser humano irá amar mais e odiar menos?
Quando...quando?
domingo, 8 de março de 2009
"Ah! Se eu pudesse retornar no tempo! Conquistaria menos poder e teria mais poder de conquistar. Beberia algumas doses de irresponsabilidade, me colocaria menos como aparelho de resolver problemas e me permitiria relaxar, pensar no abstrato, refletir sobre os mistérios que me cercam".
"Se eu pudesse retornar no tempo, daria mais telefonemas para a mulher da minha vida nos intervalos das reuniões. Procuraria ser um profissional mais estúpido e um amante mais intenso. Seria mais bem-humorado e menos pragmático, menos lógico e mais romântico. Escreveria poesias tolas de amor. Diria mais vezes "eu te amo"! Reconheceria sem medo: "perdoe-me por trocá-la pelas reuniões de trabalho! Não desista de mim".
"Ah, se eu pudesse retornar nas asas do tempo! Beijaria mais meus filhos, brincaria muito mais, curtiria sua infância como a terra seca que absorve a água. Sairia na chuva com eles, andaria descalço na terra, subiria em árvores. Teria menos medo que se ferissem e se gripassem, e mais medo de que se contaminassem com o sistema social. Seria mais livre no presente e menos escravo do futuro. Trabalharia menos para lhes dar o mundo e me esforçaria muito mais para lhes dar o meu mundo".
Trechos extraídos do livro: O Vendedor de Sonhos - Augusto Cury

quarta-feira, 4 de março de 2009
Abraço"Aproxime-se mais... Tente sentir do que um abraço é capaz. Quando bem apertado, ele ampara tristezas, combate incertezas, sustenta lágrimas. É até capaz de diminuir o medo. Se for cheio de ternura, ele guarda segredos e jura cumplicidade. Um abraço amigo de verdade divide alegrias e fica feliz em comemorar, o que quer que seja... Abraços são pequenas orações de fé, de força, e energia. Olhe para o lado, pois existe sempre alguém que quer ser abraçado e não tem coragem de dizer. Abrace-o. O pior que pode acontecer, é ganhar de volta um sorriso de carinho, ou quem sabe, uma palavra sincera. Você vai descobrir que ninguém está sozinho e que a vida, poder ser um eterno céu de primavera. Tente sentir do que um abraço é capaz..."
terça-feira, 3 de março de 2009
Pensamentos e Frases"Não me dêem fórmulas certas, porque não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim porque sempre seguirei meu coração. Não me façam ser quem eu não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente, eu sou diferente. Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. Sou sempre eu mesmo, mas com certeza, não serei o mesmo para sempre... E Deus vai me moldando..."
"O destino decide quem vamos encontrar na vida... As ATITUDES decidem quem fica..."
"Não importa o tempo que levamos para cativar o coração de alguém,o importante é marcarmos o nosso lugar para que mesmo ausentes,nos façamos presentes!“
"Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, quebrei a cara muitas vezes. Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo). Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida. Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve!"
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Ele fica as vezes intalado em minha garganta. As vezes tenho vontade de subir no mais altos dos montes e gritar...
Gritar pelo sufoco que nossa vida acaba por impor a nossa vida, gritar um grito de alerta, gritar que tenho amigos, gritar que estou feliz, no entanto, posso também gritar que estou infeliz, posso também gritar, porque as coisas não são como deveriam ou não são como eu imaginava. Um grito no morro, um grito no asfalto, um grito no quarto, um grito no grito.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

A amizade tem valor? Tem, mas não aquele que normalmente damos a outras que coisas que se podem comprar como dinheiro. O valor da amizade está no cofre do coração e esse valor não há dinheiro que compre, se a amizade, realmente, for sincera. Hoje, em dia, é difícil falarmos com a boca cheia que temos vários amigos, até mesmo um ou dois amigos, mas amigos de verdade, que falam e ouvem, que procuram entender e sempre estão prontos, na medida do possível para lhe auxiliar, seja da forma que for.
Tem uma frase que diz: "O verdadeiro amigo não é aquele que enxuga as suas lágrimas, mas aquele que evita que elas sejam derramadas" (Autor desconhecido).
A amizade é uma escolha, não como seu irmão de sangue. Os amigos são irmãos, no coração. Uma das grandes riquezas do homem é ter amigos. Alguém já diz que, o homem que tem vários e verdadeiros amigos pode ser considerar milionário. Eu acredito nisso!
O amigo não é aquele que você encontra todos os dias, no entanto, mesmo tendo passado dias, quando isso acontece, parece que você tinha encontrando, também, com ele no dia anterior. O amigo é aquele que cuja se torna mais importante do que a sua própria.
Que bom que posso dizer que tenho amigos.
sábado, 21 de fevereiro de 2009

Muitas vezes alguém lhe diz: Não beba demais, pois você poderá tropeçar nos seus próprios pés e de repente isso acaba acontecendo e você fica bravo, briga e chama aquele que lhe avisou de boca suja e retruca, ainda mais, dizendo que ele gorou o seu momento.
Outras vezes alguém lhe diz: Não gaste demais, pois você poderá ficar sem dinheiro para pagar e de repente isso acaba acontecendo e você fica bravo, briga e chama aquele que lhe avisou de boca suja e retruca, ainda mais, dizendo que ele gorou o seu momento.
E a vezes que alguém lhe diz: Ame aquela pessoa que te ama, pois se você chifrá-la, um dia o feitiço poderá virar contra o feiticeiro e aí você se tornará um chifrudo, também, vulgo "homo cornutus". De repente isso acaba acontecendo e você fica bravo, briga e chama aquele que lhe avisou de boca suja e retruca, ainda mais, dizendo que ele gorou o seu momento.
Essas coisas são adversidades, como tantas outras e que muitas vezes não cremos que aconteça, pelos menos com nós mesmos.
As adversidades fazem parte de nossas vidas, mesmo que não a procuramos, mesmo que não bebamos para tropeçar em nossos próprios pés, mesmo que não gastemos para ficarmos sem dinheiro, mesmo que não colocamos chifre na pessoa que amamos etc. Elas existem, uma vez que alguém pode beber demais e por incrível que pareça não tropeça nos próprios pés, mas tropeça no seu, existem já alguém pode lhe furtar uma grana, que você guardava para pagar a sua conta, existem já que alguém pode lhe colocar um chifre, sem você nunca ter colocado e nem esperava.
Adversidades existem... com certeza.
Vejamos pela crise, não foi você, pelo menos a priori, que deu causa, nem provocou, mas ela lhe pegou de surpresa, de calças nas mãos e precisa aprender a lidar com isso, mesmo que com choros e velas, com fitas vermelhas.
Adversidades existem... com certeza
Vejamos pelo chifre, que a priori, você não deu causa e nem provocou, mas ele foi colocado em você, de surpresa, lhe pegou de calças nas mãos e precisa aprender a lidar com isso, mesmo que com choros e velas, com fitas vermelhas.
Vejamos a bebida e o tropeçar nos seus pés, que a priori, também você não deu causa, nem provocou, mas ela aconteceu com você, de surpresa, lhe pegou de calças nas mãos e precisa aprender a lidar com isso, mesmo que com choros e velas, com fitas vermelhas.
Por tudo isso, eu digo: Quando eu morrer não quero choros, nem velas, quero somente uma fita amarela gravada como o nome dela...
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

A crise segundo Einstein
"Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la. "

Coisas que perdemos no caminho
Perdemos o ar suave da inocência, perdemos a franqueza e a sinceridade aberta de uma criança e a própria simplicidade de ser. Tal comportamento não se resgata mais, por mais que possamos tentar, pelo menos não da maneira que era. Criamos em nós a dissimulação de ser e viver. E com essa dissimulação, nós passamos a usar uma máscara e com ela vivermos.
Desaprendemos a falar a verdade e criamos o amargo hábito da mentira. Deixamos a leveza da liberdade e vontade infantil de brincarmos e passamos a lutar, a competir e a medir forças com nosso próprio eu e com nossos “amigos”. Criamos a mania de querermos nos mostrar não da forma que deveríamos, mas da forma atropelada dos adultos, forma essa tão viciada pela inveja, pelo poder de ter e não de ser. Esquecemos sentimentos de consideração, de compreensão e de carinho. Perdemos o sorriso espontâneo. Perdemos...
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Tenho notado que muitos reclamam sobre relacionamento, sobre o amor, sobre a amizade, mas na realidade as reclamações deveriam ser expostas a céu aberto, porém não acontece na maioria das vezes, talvez por egoísmo ou mesmo por um medo egoísta de se mostrarem. Eu mesmo faço isso, o que se dúvida é um grande erro.
Uma frase que acho bacana sobre relacionamento foi escrita por Saint-Exupéry - "Amar não é um olhar para o outro, é olhar juntos na mesma direção".
O ficar hoje em dia, de certa forma, veio por acabar com o romantismo que dantes existia no ser humano. Logicamente, ficávamos, mas dávamos chances para conhecermos o outro e vice-versa. Hoje é bem diferente, muitas vezes é ficar por ficar, e no dia seguinte se duas pessoas se esbarrem fingem até que não se conhecem. Isso é "normal".
A mulher reclama que os homens são machistas, que querem somente transar e que não pensam em outra coisa. Por sua vez, os homens reclamam que está difícil de encontrar uma mulher que queira levar algo mais sério. De que é o erro? Creio que o erro é dos dois, creio que o erro, além da falta de romantismo, também é a falta de amor próprio, da auto-estima.
Tanto homem, como a mulher tem necessidades iguais em relação a sexo, a relacionamento, a carinho e ao amor. Todavia parecem que ultimamente não buscam o que realmente desejam, mas sim apenas uma aparência, um modo de justificar e acabam uns competindo com os outros, tipo: Quem fica com mais meninas, quem fica com mais meninos.
Creio que tudo isso acaba por fragilizar o ser humano e assim ficamos perdidos dentro do nosso universo. Muitas vezes, nem assumimos que estamos perdidos, nos mostramos sempre sorrindo para os outros, como se estivéssemos sempre de bem com a vida e olha, sinceramente, isso não é verdade. Digo isso, não só por mim, mas porque, depois que fico conhecendo um pouco mais as pessoas, a maioria reclama, como eu mesmo, da mesma coisa: Sinto-me só, gostaria de encontrar alguém bacana, mas está sinistro.
Muitas vezes olhamos uma mulher, não pelo que ela pensa e carrega em seu coração, mas por que ela lembra a Jessica Biel, a Carolina Dickmann, a Angelina Jolie etc. Olhamos por que ela tem um bunda bonita, um par de coxas, boca etc. Muitas vezes a mulher olha o homem, não pelo que ele pensa e carrega no coração, mas porque lembra ou quer que ele se pareça com Brad Pitt, Hugh Jackman, Daniel Craig etc. Olham porque ele tem um corpo bonito, um rosto bonito etc. Não estou querendo dizer que isso seja uma regra.
Não quero, também, dizer que não devemos olhar a beleza do outro, mas que deveríamos dar chances de conhecermos o outro e vermos se realmente aquela mulher é tão bela, como parece e vice-versa. Deveríamos olhar para a beleza externa, somente, depois que tivéssemos olhado a beleza interna. Isso é quase utopia, se não totalmente, por mais que é estranho falar assim. No entanto, se assim agíssemos, talvez as coisas fossem diferentes. Não estou querendo dizer, também, que não exista o fator pele, mas eu garanto que uma vez fui apaixonado por uma mulher, que dentro dos meus pensamentos, racionalmente jamais a olharia. Todavia, aconteceu porque fui olhando para ela como um todo, como e no que pensava, no seu coração e quando notei vi que ela, também, era uma linda mulher.




